Na segunda-feira passada, 19 de janeiro, dediquei o primeiro texto desta coluna para falar de um tempo passado que não mais existe fora da nossa mente, e aqueles que a leram foram impactados pela lembrança de alguma experiência lá relatada ou rememorada a partir dele. De fato, um dos propósitos pelos quais, finalmente, decidi escrever estas conversas soltas é usar o poder das palavras em determinar nossos pensamentos e mostrar que somos o que vivemos no presente e, também, resultado do que experimentamos no passado. Revistando arquivos digitais antigos me deparei com uma foto marcante que ilustra esta crônica, capturada por um modelo de celular da marca Sony, onde a câmera não era ainda embutida no corpo do aparelho, mas um acessório que se acoplava. Senti ali que precisa partilhar e contar alguma coisa, porque a saudade mora mesmo nesses detalhes. Lembro que era prática comum visitar minha antiga vizinhança, em Buriti, sempre que vinha de férias da capital São Luís, para onde ...
"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa"