PREFEITO ANDRÉ GAÚCHO ENCAMINHA PL DO PISO DO MAGISTÉRIO DOS PROFESSORES DE BURITI COM REAJUSTE LIMITADO A 5,4%
O
Projeto de Lei nº 45/2026, encaminhado pelo prefeito André Introvini, popular André
Gaúcho, concede reajuste de 5,4% ao vencimento-base dos professores da educação
básica do Município de Buriti, seguindo exatamente o percentual definido pelo
Governo Federal para o piso nacional do magistério em 2026. A proposta, no
entanto, frustrou expectativas da categoria e do SINTASP/MB, que esperavam um
índice maior ou, ao menos, um arredondamento do percentual.
Segundo
a mensagem enviada à Câmara Municipal, o Executivo afirma que o projeto cumpre
rigorosamente a Lei Federal nº 11.738/2008, que institui o piso salarial
profissional nacional do magistério. O texto sustenta que o reajuste reafirma o
compromisso da gestão com a valorização dos profissionais da educação, ao mesmo
tempo em que preserva a responsabilidade fiscal e o equilíbrio das contas
públicas.
A
Prefeitura argumenta ainda que a proposta foi elaborada com base em critérios
técnicos, considerando a realidade orçamentária do município e os recursos
vinculados à educação, especialmente os provenientes do FUNDEB.
Principais
pontos do PL nº 45/2026
·
Reajuste
de 5,4% sobre o vencimento-base dos professores da educação básica;
·
Aplicação
linear, geral e uniforme para todos os níveis e classes da carreira;
·
Efeitos
financeiros retroativos a 1º de janeiro de 2026;
·
Possibilidade
de pagamento escalonado das diferenças retroativas, a critério do Executivo;
·
Despesas
custeadas com recursos da educação e do FUNDEB, respeitando os limites legais;
Apesar
do discurso oficial, a proposta chegou ao Legislativo sob críticas. Uma das
principais reclamações ouvidas pelo CORREIO é que a decisão do prefeito
foi tomada sem diálogo prévio com a Comissão Permanente do Plano de
Carreiras, prevista no Art. 26 do próprio plano municipal, cuja finalidade
é orientar a implantação, revisão e mediar a negociação de reajustes
salariais.
Integram
essa comissão os servidores Cleane de Jesus, Socorro Melo, Adriana Aguiar, Didi
do Mocambinho, Joseni Souza e Alex Borges. Para representantes da categoria, a
ausência de consulta fragiliza o processo de negociação e esvazia um
instrumento institucional criado justamente para o diálogo entre governo e
magistério.
ABAIXO VEJA A ÍNTEGRA DO PL:


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Para mim não há nenhuma surpresa, pois esse governo já mostrou a todos a que veio, portanto da minha parte não espero ser surpreendido com algo extraordinário vindo dessa gestão, no sentido em que todos possam vibrar com tal atitude.
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