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Cricielle Muniz denuncia que foi vítima de racismo em loja da C&A em São Luís (MA)

 

Dirigente nacional do PT, Cricielle Muniz.

A dirigente nacional do PT, Cricielle Muniz, revelou que foi vítima de racismo em uma loja da C&A, localizada na Rua Grande, em São Luís.

O caso foi relatado nas redes sociais da petista na tarde de ontem, sexta-feira 29/4.

Cricielle afirmou que foi até a unidade da loja de departamento para efetuar umas compras, após o pagamento percebeu que funcionárias do local estavam gritando e ordenando que ela parasse e abrisse a bolsa.

“Fui vítima de racismo na C&A! Hoje no horário do almoço, estive na loja da C&A da Rua Grande para realizar algumas compras, fiz, paguei e ao sair percebi que funcionárias vieram correndo em minha direção gritando e ordenando que eu abrisse a minha bolsa”, iniciou o relato.

Ela logo questionou o motivo da revista, mas não foi informado. Ela disse ainda que só foi liberada após mostrar o que havia comprado com a nota fiscal.

“Questionei o motivo da revista e não me informaram, apenas continuaram com o tratamento de forma suspeita, nesse momento percebi que se formava um aglomerado de pessoas observando a situação constrangedora. Abri minha bolsa e mostrei o que havia comprado e só assim fui liberada”, continuou com denúncia.

A dirigente do PT falou que está abalada emocionalmente e, depois de duas tentativas, conseguiu registrar um Boletim de Ocorrência no Plantão Central  da Polícia Civil.


Na publicação, a C&A esclareceu que repudia toda e qualquer forma de discriminação e preconceito. A empresa disse ainda que irá reportar o caso responsável pela loja.

“Olá, Cricielle! Nós, da C&A, repudiamos toda e qualquer forma de discriminação e de preconceito entre as pessoas. Pedimos que, nos acione através do DM, pois vamos reportar o caso ao responsável pela loja, para garantir que casos como este não voltem a acontecer”.

Cricielle Muniz é figura pública, evangélica, dirigente estadual do PT, 1ª suplente de vereador de São Luís e ocupou a Secretaria Adjunta de Governo do Estado do Maranhão, onde coordenou programas sociais na gestão Flávio Dino.

Comentários

  1. Eita, mais uma pessoa negra suspeita de subtrair itens de uma loja. Uma mulher , negra. Até quando teremos que conviver com com notícias como esta. Uma vergonha nacional.

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  2. E é uma pessoa pública....muitos sofrem isso todos os dias em outras formas de preconceito e racismo. A pergunta que todos sempre fazem! até quando??. É difícil, mas vai ser sempre assim....

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