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Coluna SEXTA DE NARRATIVAS - EU, A CONTEMPLAÇÃO E AS ELEIÇÕES

 

A Contemplação espiritual pode ser uma experiência religiosa, no entanto não é religiosa na sua essência, tem mais a ver com o refletir sobre a nossa vida interior e o sentido da nossa existência. É esta a Contemplação que estou fazendo neste momento turbulento da vida nacional brasileira e do mundo, logicamente com reflexos sobre a nossa Buriti e a nossa Gente, a maioria alheia à gravidade dos acontecimentos. A campanha eleitoral já está em curso, por obra e graça de uma derrocada do Poder Judiciário brasileiro hoje comandado por um PSICOPATA, nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal, que a seu talente incorpora a figura de um Déspota que comanda todo o Sistema, Rasgou a Carta Magna da República Federativa do Brasil, instaura inquéritos, acusa e julga sem direito de defesa e escolhe os processados que ele considera seus inimigos, sem se considerar suspeito. O Congresso Nacional, Câmara e Senado estão de Joelhos diante do REI ou IMPERADOR.

Na nossa Buriti, uma Torrente de candidatos a todos os cargos, de vereadores a prefeito, se avoluma de forma espantosa. O meu Saudoso amigo ZÉ LOURA, se vivo tivesse diria: Cimpádi Djaime, ité jumêntu tá recebendo bónr días dús canidátus. Não sei se exagero, entretanto, imagino que o número de eleitores vai ser menor do que o de candidatos, tal o número de interessados a concorrerem nesse pleito eleitoral.

Eu já fui questionado se serei candidato por um chefe de família que disse ser meu amigo e expressou-se assim: lá im casa nóis fúmus oitu na zinleição paçada, már nexta, Sâmus Onzi. Nóis niguceia a Cincuenta Reaus pur Cabeça. Eu respondi agradecido, amigo. Continuo sem ser candidato e também não sou cabo eleitoral.

Contemplativo,  comecei a utilizar o pouco que consegui aprender de bom e mais útil, durante o tempo de Vida já utilizado, para tentar levar luz aos meus conterrâneos, para que eles saibam o tamanho da responsabilidade que cada um tem na escolha política, e não elejam por migalhas que lhes são oferecidas na campanha política, por quem não tem interesse na melhoria do município e nem da população. Procuro mostrar que já faz muitos anos que Buriti teve um bom Prefeito e digno de ser lembrado e que precisamos mudar a situação caótica que a cidade e seus habitantes vivem atualmente.

Sempre movido pela minha Fé, Crença e Confiança no Senhor nosso DEUS de bondade e de AMOR, a Ele imploro que volva o seu Olhar Santo sobre o meu TORRÃO SAGRADO, ilumine e derrame responsabilidade e caráter nos seus próximos administradores, enquanto continuarei, EU A CONTEMPLAÇÃO E AS ELEIÇÕES.

 SOBRE O AUTOR

- É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.

Comentários

  1. Repito o meu agradecimento por sua bondade em manter VIVA esta Coluna, meu amigo e confrade Aliandro Borges!

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  2. Embora o texto traga reflexões sobre a situação política atual do Brasil, especialmente no que diz respeito à suposta influência de figura autoritária e à apatia da população, em nome da honestidade intelectual, é preciso compará-la com a época da Ditadura Militar.

    Naquele período, o povo não tinha direito de voto para escolher o presidente da República, vivendo sob censura e repressão. O próprio AUTOR faria autocensura por MEDO de ser preso e não publicaria o texto da coluna, a não ser que fosse para defender o REGIME (com o histórico de democrata jamais faria isso).

    A democracia brasileira, por mais imperfeita que seja, oferece aos cidadãos o direito de escolher seus representantes e de se expressar livremente. Imaginem, naquela época, alguém chamando o General João Baptista Figueiredo de PSICOPATA ou Ministro do STF.
    Buriti e nem o Brasil, até de forma contemplativa, nunca foram melhores no passado. Não podemos ignorar os problemas sérios que se enfrentava na Ditadura, como:
    • Pobreza extrema: em nosso município, muitas famílias com renda zero.
    • Desigualdade social monstruosa.
    • Falta de oportunidade para os mais humildes acessarem o sistema educacional e de saúde.

    O uso de termos como “psicopata” e “déspota” contribui para a polarização política. É muito mais uma manifestação odiosa e de um torcedor fanático, que nada contribui para o debate de ideias. É importante buscar uma linguagem mais precisa e menos emocional para analisar a realidade e apresentar soluções.

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  3. Djalma, sem dúvida, fez uma referência infeliz ao Ministro Alexandre de Moraes, ministro do STF. No entanto, todos nós erramos e acredito que ele reconhecerá seu erro e se retratará na próxima coluna. Através do diálogo e da compreensão, podemos superar essa situação e restaurar o bom relacionamento entre todos os envolvidos.

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  4. Em um único momento, nosso amigo Djalma cometeu um equívoco: incorreu na falácia do espantalho. Em vez de debater os fatos. Djalma simplificou o debate e deturpou os acontecimentos, criou uma versão e passou a desenvolvê-la.

    Ele poderia ter abordado diversos pontos relevantes: As agressões aos prédios do Senado, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal; a tentativa de explodir o aeroporto de Brasília e a invasão da sede da Polícia Federal, e a tentativa de impedir a votação de nordestinos no dia das Eleições.

    É importante destacar que os acusados estão prestando depoimentos acompanhados de seus advogados, uma garantia constitucional. Vale ressaltar que aliados de alta patente, como generais e ex-ministros do governo anterior, estão acusando de desordeiros e criminosos os que foram alvos de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva por decisão judicial. Não há registro de tortura ou aplicação de choques elétricos porque estamos em pleno exercício da democracia.

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  5. Caro Responsável pelo Blog Correio Buritiense.
    O Anoninato é a Arma deplorável dos COVARDES.
    Este já está Identificado pela pobreza dos argumentos.
    Dá pena !

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  6. Senhor Diretor do Blog Correio Buritiense.
    O Anonimato é a ARMA dos COVARDES, que buscam uma notoriedade que jamais terão.
    Este já está identificado pela pobreza dos seus repetidos e pobres argumentos.
    Aconselho-o a se submeter a um tratamento médico especializado!

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