Há alguns anos descobri que quando passamos por alguma tristeza ou uma decepção insiste em fazer morada, viajar funciona como um santo remédio. Depois da perda de um grande amor, em 2016, durante a “deprê” do abandono, começou minha fase turista. Primeiro conheci lugares no próprio Maranhão: Lagoa do Cassó, em Primeira Cruz, e os Lençóis Maranhenses, tanto em Barreirinhas como Santo Amaro. Depois me aventurei ao Sul do Brasil: Gramado, Canela, Santa Maria e outras cidades, além de países do Mercosul. Pronto: inaugurada minha fase viajante internacional. Pois bem. Na última viagem, a segunda à Europa, em 2023, vivi um episódio inusitado no retorno ao Brasil. Como não comprei passagem aérea de Fortaleza para São Luís, precisei voltar de ônibus. Escolhi a Guanabara. Pequenas estranhezas começaram antes mesmo do embarque. Eu, que considero meu celular como um sexto dedo da mão, simplesmente o esqueci lá no balcão da agência. Só percebi...
"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa"